Case SKEG · Quimical

De uma fraude real a um processo de crédito sem perdas registradas.

Em dezembro de 2022, casos de fraude em vendas a prazo expuseram uma vulnerabilidade concreta. A resposta foi transformar análise de crédito em processo, disciplina e decisão.

O problema não era vender a prazo. Era decidir risco sem um processo suficientemente estruturado.

Dezembro de 2022

A fraude virou um ponto de inflexão.

A Quimical, empresa B2B com vendas a prazo relevantes, registrou casos de fraude em dezembro de 2022. O episódio mostrou que faturamento, relacionamento comercial e histórico do cliente, isoladamente, não eram suficientes para sustentar uma decisão de crédito.

A partir dali, o processo passou a tratar crédito como uma decisão de exposição: quem recebe prazo, quanto pode comprar, por quanto tempo e quais sinais precisam impedir ou limitar uma venda.

O objetivo não era eliminar vendas a prazo. Era reduzir perdas evitáveis sem transformar prudência em paralisia comercial.

2023 · início do MVP

O processo virou método.

Em 2023 começou um MVP interno de análise estruturada de risco. Esse processo foi sendo refinado em operações reais e formou a base conceitual do que posteriormente se tornou a SKEG.

01

Entender quem está comprando

Cadastro, estrutura societária, vínculos empresariais, histórico, coerência das informações e sinais que exigem investigação adicional.

02

Dimensionar capacidade

O cliente não é apenas aprovado ou reprovado. O processo busca definir quanto de risco faz sentido assumir e por qual prazo.

03

Procurar inconsistências

Contradições cadastrais, comportamento incompatível, sinais de pressão financeira e elementos que podem anteceder fraude ou inadimplência.

04

Dar consequência à análise

A conclusão precisa alterar a decisão comercial: aprovar, limitar valor, reduzir prazo, exigir cautela adicional ou simplesmente não vender.

Resultado acumulado até agosto de 2026

Centenas de decisões reais. Mais de R$ 40 milhões analisados.

O MVP foi validado dentro de uma operação B2B real, submetido à pressão de vendas, prazo, clientes recorrentes, novos compradores e necessidade de crescimento comercial.

Escala

Centenas de análises

Decisões de crédito avaliadas desde o início do MVP em 2023.

Volume analisado

R$ 40 milhões+

Em operações submetidas ao processo de análise até agosto de 2026.

Inadimplência

Zero

Registro de inadimplência nas operações aprovadas pelo processo até agosto de 2026.

Fraude

Zero

Registro de fraude nas operações aprovadas pelo processo desde o início do MVP.

O que o case ensinou

Crédito bom não nasce de uma consulta. Nasce de um processo de decisão.

O principal aprendizado não foi encontrar uma variável perfeita. Foi combinar informação, contexto da operação, limite, prazo e disciplina comercial.

01

Score não substitui julgamento

Uma nota isolada pode ocultar inconsistências relevantes. A decisão melhora quando sinais financeiros, societários, comportamentais e transacionais são lidos em conjunto.

02

Limite importa tanto quanto aprovação

Um cliente pode ser aceitável para uma exposição e inadequado para outra. O tamanho da venda precisa fazer parte da análise.

03

Pressão comercial não altera o risco

Meta, urgência e relacionamento não tornam um crédito melhor. O processo precisa manter independência mesmo quando a venda é desejada.

04

Histórico é evidência, não garantia

Os resultados observados até agosto de 2026 mostram a experiência do MVP, mas não eliminam risco futuro. Análise de crédito reduz incerteza; não cria certeza.

Da experiência à SKEG

O que começou como defesa contra fraude virou uma forma de decidir crédito.

A SKEG transforma esse aprendizado em análise independente para outras empresas B2B que vendem a prazo e precisam proteger caixa sem deixar de crescer.

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